segunda-feira, 24 de agosto de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
El greco!!!!!!!!
O estilo dramático e expressivo de El Greco foi considerado estranho por seus contemporâneos, mas encontrou grande apreciação no século XX, sendo considerado um precursor do expressionismo e do cubismo, ao mesmo tempo em que sua personalidade e trabalhos eram fonte de inspiração a poetas e escritores como Rainer Maria Rilke e Nikos Kazantzakis. El Greco é considerado pelo modernos estudiosos como um artista tão individual que não o consideram como pertencente a nenhuma das escolas convencionais[2]. É mais conhecido por suas figuras tortuosamente alongadas e uso freqüente de pigmentação fantástica ou mesmo fantasmagórica, unindo tradições bizantinas com a pintura ocidental[3].
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Veja como ficou!!!!!!!!!!
Mulher dominada pelo crack !!!!
Leia no jornal de que uma mulher dominada pelo crack vendedora de autônoma de 35 anos andou cerca de 15 horas, entre a quinta-feira de ontem,dirigindo e se drogando pelas ruas de Porto Alegre e Cachoeirinha.Com dois filhos pequenos uma menina de 5 anos e um menino de 4 anos.
A mulher dominada pelo crack transtornada dirigia perigosamente na Avenida Flores da Cunha,a principal via de Cachoeirinha.
Mulher dominada pelo crack andava pelas ruas subindo em calçadas e meios-fios,passava por sinal vermelho,ignorando uma viatura da brigada militar que a perseguia.Pois só conseguiram parar o veiculo da mulher dominada pelo crack na rua Edgar Bins.
Com a mulher dominada pelo crack estavam duas crianças uma menina de 5 anos e um menino de 4 anos, as crianças estavam assustados,sem cinto de seguranças e com muita fome.
A mulher dominada pelo crack estava fumando um cachimbo de crack,encontraram com ela 4 pedras de crack. A mulher dominada pelo crack vendedora de autônoma disse aos PMs que saiu do bairro Sarandi,na Capital, na quinta feira e passou á noite inteira dirigindo pois a mulher dominada pelo crack relatou que ouvia voses 10 pedrasses e queria fugir delas.
A mulher dominada pelo crack foi encaminhada á Delegacia de Policia do município a mulher dominada pelo crack confessou que escondia em casa um revolver.
O filho mais velho de 20 anos da mulher compareceu na DP e deu o endereço onde a mulher dominada pelo crack morava e autorizou os PMs de Cachoeirinha ir no apartamento ,os PMs encontraram a arma .No local encontraram uma outra filha da mulher dominada pelo crack trancada pela sua mãe,pois a filha da mulher dominada pelo crack estava assustadas e com muita fome,no DP a mulher dominada pelo crack constava momentos de lucidez e de transtorno.
O soldado da PM Júlio César Silva Nascimento disse que a situação da mulher era tão ruim que quando ele perguntou se ela teria coragem de trocar seus filhos em troca de crack , pois na hora ela respondeu:''Por 10 pedras eu trocaria''.
Amulher dominada pelo crack foi levada para o Departamento Médico Legal,em Porto Alegre,onde A MULHER DOMINADA PELO CRACK passou por exames para detectar o consumo de drogas .o resultado do exame só deve ser divulgado em 30dias como o delegado Augusto Cavalheiro Neto .
O delegado falou que a única maneira de deixar a mulher dominada pelo crack tranqüila na delegacia foi deixar ela fumar cigarros.
Os conselheiro tutelares de cachoerinha e de Viamão encaminharam os três filhos da mulher dominada pela crack para a casa da avó que mora em Viamão.Foi assinado um termo de responsabilidade,para que a guarda das crianças fique,temporariamente com a mãe vendedora de autômato mulher dominada pelo crack.
A mulher dominada pelo crack mora atualmente no bairro Sarandi, em porto alegre na companhia de seus filhos pois ela é separada.
O filho mais velho de 20 anos da mulher dominada pelo crack ,falou que sua mãe e usuária de crack ha 4 anos.A mulher dominada pelo crack foi levada ao hospital podre Jeremias,em cachoerinha.
MULHER DOMINADA PELO CRACK!!!
COMPONENTES DO GRUPO: Mariana,Rodrigo,Jonas.
terça-feira, 9 de junho de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Lygia Clark!!!
artista plástica mineira LygiaA Clark acreditava que arte e terapia psicológica andavam de mãos dadas. Tanto que, com base em objetos manuseáveis que criava ou recolhia da natureza, como balões de ar, sacos de terra e água e até pedras, pensava ter o dom de curar os males da alma. Certa feita, uma aluna entrou em transe profundo e caiu desmaiada, durante uma das sessões da arteterapia de Lygia, na Sorbonne, em Paris, na década de 70. Dando graças a Deus que não era nada grave, a artista explicou que a jovem não tinha o preparo psicológico necessário para suportar os exercícios de sensibilização e relaxamentos, que "liberavam os conteúdos reprimidos e a imaginação" dos alunos.
Aqueles instrumentos, que nas mãos de Lygia assumiam poderes imprevisíveis, eram chamados por ela de Objetos sensoriais. Tais objetos nunca foram vistos por bons olhos por psicanalistas franceses e brasileiros, porque ela não tinha formação acadêmica na área. Lygia, por sua vez, não deixava ninguém sem resposta. Comprava briga com qualquer um que ousasse falar mal de seu trabalho, que tinha por trás conceitos dos mais sofisticados, elaborados por ela mesma.
Nascida na Belo Horizonte de 1920, numa tradicional família mineira, esqueceu tudo o que aprendera no colégio de freiras Sacre-Coeur depois que resolveu virar pintora, em 1947. Naquele ano, mudou-se para o Rio, decidida a estudar pintura com Roberto Burle Marx. Até juntar-se ao amigo e também artista plástico Hélio Oiticica, na década de 50, não ousava em sua arte. Com Oiticica, entretanto, aventurou-se em grupos de vanguarda como o Frente, de Ivan Serpa, e os neoconcretos, que incluíam o poeta Ferreira Gullar.
"Detesto ler, gosto mais é de encher a cara e jogar biriba", dizia Lygia. Definitivamente, não era uma mulher como as outras de seu tempo - aquelas que só sabiam bordar e cozinhar, além de cuidar do marido e dos filhos. Não que ela nunca tivesse feito isso, pelo contrário. Casou virgem aos 18 anos, com o engenheiro Aloisio Ribeiro, e foi mãe de três filhos. Mas o tempo passou e Lygia foi se dedicando cada vez mais ao trabalho, até que foi devidamente recompensada, nos anos 60, quando ganhou reconhecimento internacional. Não como pintora, é verdade, mas por suas experiências terapêuticas.
Na década de 70, rejeitou o rótulo de artista e exigiu ser chamada de "propositora". Deu aulas na Sorbonne, de 1972 a 1977, e voltou ao Brasil em 1978 para dar consultas particulares. Dez anos depois, morreu de parada cardíaca. Estava com 68 anos e deixou uma legião de seguidores que não se cansam de reinventar sua arte.
VOCÊ SABIA? Corajosos eram os que se atreviam a frequentar suas sessões de arteterapia na década de 70. Segundo Lygia, seu método para a "liberação dos conteúdos reprimidos" era tão eficiente que homossexuais viravam heterossexuais e vice-versa.
